O público de Ribeirão Preto ganhou mais tempo para visitar a mostra fotográfica “Brasil – O Poder da Cana-de-Açúcar”, em exposição no Shopping Santa Úrsula. O projeto, que vem chamando atenção pela proposta inovadora de unir arte, educação e agronegócio, teve sua permanência prorrogada até 31 de Maio, após a repercussão positiva junto aos visitantes, empresários e representantes do setor sucroenergético.
Mais do que uma exposição, a iniciativa apresenta uma imersão visual e educativa sobre a importância da cana-de-açúcar para a economia, sustentabilidade e desenvolvimento do Brasil. A mostra integra um projeto cultural mais amplo que reúne exposição fotográfica itinerante, fotolivro bilíngue e palestras educacionais voltadas à juventude.
Arte, inovação e protagonismo do agro brasileiro
Com imagens impactantes e abordagem contemporânea, a mostra apresenta o setor sucroenergético sob diferentes perspectivas: tecnologia, bioenergia, sustentabilidade, produção agrícola, geração de empregos e inovação.
O projeto busca valorizar o papel do Brasil como uma das maiores potências mundiais em produção de açúcar e etanol, além de promover conhecimento sobre os avanços tecnológicos do agronegócio brasileiro. Segundo a apresentação oficial do projeto, a proposta é “conectar cultura e educação ao agronegócio”, despertando consciência sobre o impacto social, econômico e ambiental da cana-de-açúcar no país.
A iniciativa também dialoga diretamente com pautas atuais ligadas à sustentabilidade, ESG e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mostrando como o agro moderno está cada vez mais conectado à inovação e à responsabilidade ambiental.
Exposição ganhou destaque durante a Agrishow
O projeto teve forte presença durante a Agrishow, considerada a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina e uma das maiores do mundo, realizada anualmente em Ribeirão Preto.
Durante o evento, a mostra atraiu empresários, produtores rurais, estudantes e lideranças do setor, fortalecendo o diálogo entre cultura e agronegócio. A proposta chamou atenção justamente por apresentar o setor sucroenergético de forma humanizada, artística e educativa.
Além da exposição, o projeto também promove encontros institucionais e ações de relacionamento com lideranças do agro e representantes públicos, incluindo participação em agendas que envolveram autoridades do Governo do Estado de São Paulo.
Educação e valorização da nova geração do agro
Um dos pilares centrais do projeto são as palestras educacionais destinadas a estudantes de escolas públicas, cursos técnicos, universidades e jovens ligados ao campo.
A proposta é mostrar que o agronegócio moderno vai muito além da produção agrícola tradicional, envolvendo tecnologia, inovação, sustentabilidade, ciência, pesquisa e novas oportunidades profissionais.
As ações também reforçam a importância da permanência qualificada dos jovens no campo, contribuindo para combater o êxodo rural e fortalecer a sucessão familiar no agro.
Fotolivro bilíngue levará o projeto para o Brasil e o exterior
Além da exposição itinerante, o projeto conta com um fotolivro institucional bilíngue (português e inglês), que será distribuído para escolas públicas, bibliotecas, instituições do setor e entidades internacionais ligadas à cadeia sucroenergética.
A publicação pretende ampliar o alcance da iniciativa e reforçar o protagonismo brasileiro na produção de bioenergia, açúcar e etanol.
Empresas e patrocinadores fortalecem a iniciativa
O projeto reúne o apoio de importantes empresas, instituições e entidades ligadas ao agronegócio e ao desenvolvimento regional. Entre os apoiadores e patrocinadores estão organizações do setor sucroenergético, cooperativas, empresas agrícolas, entidades representativas e instituições parceiras.
Segundo o material oficial, apoiar o projeto significa associar a marca a uma iniciativa de alto impacto cultural, educativo e institucional, alinhada às práticas de ESG, sustentabilidade e valorização do agro brasileiro.
Incentivo fiscal torna projetos como este possíveis
“Brasil – O Poder da Cana-de-Açúcar” é um projeto aprovado na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), permitindo que empresas tributadas pelo Lucro Real direcionem parte do Imposto de Renda devido para sua realização.
Projetos como este mostram como os incentivos fiscais podem ir além do apoio cultural tradicional, conectando educação, desenvolvimento regional, sustentabilidade e fortalecimento de setores estratégicos da economia brasileira.
Ao incentivar iniciativas dessa natureza, as empresas não apenas fortalecem sua atuação institucional e ESG, mas também contribuem para a valorização da cultura, da educação e da imagem do Brasil no cenário nacional e internacional.